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Vídeo Lébicas se divertem

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Lésbica
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
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Nota: Este artigo refere-se a mulheres homossexuais, não sobre habitantes da ilha grega de Lesbos.

Esta página cita fontes confiáveis, mas que não cobrem todo o conteúdo. Ajude a inserir referências. Conteúdo não verificável poderá ser removido.—Encontre fontes: Google (notícias, livros e acadêmico) (Abril de 2017)

Bandeira do orgulho lésbico.
Lésbica é uma mulher que sente atração, seja sexual ou romântica, exclusivamente por pessoas do sexo ou gênero feminino.[1][2][3] O termo “lésbica” também é usado para expressar o relacionamento ou comportamento sexual ou romântico entre mulheres independentemente da orientação sexual das mesmas.[2]

O conceito de “lésbica” para diferenciar mulheres com uma orientação sexual homossexual é uma construção do século XX. Ao longo da história, as mulheres não tiveram a mesma liberdade e independência para possuir relações homossexuais como os homens, mas também não sofreram as mesmas punições duras que os homens gays e bissexuais nas sociedades ocidentais. Em vez disso, as relações lésbicas têm sido muitas vezes consideradas inócuas e incomparáveis com as relações heterossexuais, a menos que as mulheres em relações lésbicas tenham tentado conseguir privilégios ou direitos tidos como dos homens. Como resultado, pouco da história foi documentada para dar uma descrição precisa de como a homossexualidade feminina foi expressa. Quando sexólogos no século XIX começaram a categorizar e descrever o comportamento homossexual, dificultados pela falta de conhecimento sobre a homossexualidade e sexualidade feminina, eles distinguiram lésbicas como mulheres que não aderem aos papéis de gênero feminino e as designaram incorretamente como doentes mentais, designação que foi revertida mais tarde pela Organização Mundial de Saúde, em 1991.[4]

Neste período, mulheres em relacionamentos lésbicos esconderam suas vidas pessoais ou aceitaram o rótulo de “pária” e criaram uma subcultura e identidade que se desenvolveu na Europa e nos Estados Unidos. Após a Segunda Guerra Mundial veio um período de repressão social, os governos passaram a perseguir homossexuais ativamente e as mulheres desenvolveram redes para socializar e educar umas as outras. Maior liberdade econômica e social permitiu-lhes gradualmente serem capaz de determinar como elas poderiam formar relacionamentos e famílias. Com a segunda onda do feminismo e crescimento de bolsas de estudos em história e sexualidade das mulheres no século XX, a discussão pelos direitos lésbicos foi iniciada, o que provocou um debate sobre a atração sexual como o principal componente para definir o que uma lésbica é. Várias mulheres que se possuem relações lésbicas podem se identificarem como bissexuais ao invés de lésbicas.

Retratos de mulheres lésbicas na mídia sugerem que a sociedade em geral tem sido ao mesmo tempo intrigada e ameaçada por mulheres que desafiam os papéis de gênero feminino, e fascinada e horrorizada com mulheres que estão romanticamente envolvidas com outras mulheres. Mulheres com uma identidade lésbica compartilham experiências que formam uma visão semelhante a uma identidade étnica: como homossexuais, elas são unificadas pela discriminação homofóbica e rejeição potencial que enfrentam de suas famílias, amigos e outros como resultado da homofobia. As mulheres lésbicas podem ter problemas de saúde física ou mental distintos decorrentes de discriminação, preconceito e estresse. As condições políticas e atitudes sociais também afetam a formação dos relacionamentos lésbicos e suas famílias.
A palavra “lésbica” vem do latim “lesbius” e originalmente referia-se somente aos habitantes da ilha de Lesbos, na Grécia. A ilha foi um importante centro cultural onde viveu a poetisa Safo, entre os séculos VI e VII a.C., muito admirada por seus poemas sobre amor e beleza, em sua maioria dirigidos às mulheres. Por esta razão, o relacionamento sexual entre mulheres passou a ser conhecido como lesbianidade ou safismo. Até o século XIX, a palavra lésbica não tinha o significado que hoje lhe é dado, o termo mais utilizado até então era “tríbade”. Muitos termos foram usados para descrever o amor entre mulheres nos últimos dois séculos, entre os quais: amor lesbicus, urningismo, safismo, tribadismo, e outros. No poema Sapphic, de Algernon Charles Swinburne, de 1866, o termo “lésbica” aparece duas vezes mas em ambas como habitantes da ilha de Lesbos.[5] Em 1875, George Saintsbury referiu-se ao poema de Swinburne em seus “Estudos lésbicos”, em que ele inclui seu poema sobre “A Paixão de Delphine”, que é sobre amor entre mulheres que não alude Lesbos, apesar de ser intitulado Lesbos.[6] Lesbianismo para descrever relações eróticas entre mulheres tem sido documento desde 1870.[7] Em 1890 o termo “lésbica” foi usado no dicionário médico com um adjetivo para tribadismo. Os termos “lésbicas”, “invertidas” e “homossexual” eram utilizados com “safista”, “safismo”, ao longo do século XX. O uso de “lésbica” na literatura médica tornou-se proeminente; em 1925, a palavra foi registrada como um substantivo para significar o equivalente feminino de sodomita.[7][8]

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

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